quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Como decidir que atualização do Windows deve ser instalada ou não

Que os produtos da Microsoft estão entre os mais atualizáveis, isso ninguém questiona. Toda segunda terça-feira de cada mês, no chamado Patch Tuesday, a empresa lança um pacote de atualizações para corrigir problemas que afetam seus vários produtos.

Entretanto, o que deveria ser um simples processo de atualização de software feito com a ajuda do Windows Update acaba por se tornar uma complicação. Isso porque, na maior parte das vezes, caca ao usuário escolher que atualização fazer em uma lista apresentada pelo assistente de verificação.

O pior: quase nenhuma informação útil é fornecida ao usuário sobre o que deve ser feito exatamente e, na mais das vezes, os nomes que identificam cada atualização não costumam ajudar muito. Afinal, quem saberia dizer o que é o Windows Vista (KB950124) e se ele é necessário ou não para determinado usuário?

Leia também:
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Apesar de não estar claramente acessível, é possível visualizar descrições de qualquer atualização oferecida pela Microsoft - mas o usuário deve escolher ver isso. No Vista, dê um duplo clique com o mouse para ver a descrição em uma janela pop-up. Já no Windows XP, clique no símbolo ‘+’, que fica ao lado do nome da atualização para ter acesso às informações dela.

Outro fator preponderante é a classificação dada pela Microsoft a cada atualização publicada. No Vista, são três as categorias:

Importante: são classificadas nesta categoria atualizações referentes a ajustes de segurança que o usuário precisa para manter seu computador protegido. Infelizmente, a Microsoft geralmente insere nesse grupo coisas que só são necessárias para eles, como o Windows Genuine Advantage.

Recomendado: Nada de horrível irá acontecer se, vez por outra, alguma atualização desta categoria for deixada de lado. É provável que o usuário perca a oportunidade de fazer o PC funcionar melhor. Nossa recomendação: leia a descrição da atualização em questão e tome sua própria decisão.

Opcional: Talvez você encontre algum driver útil nesse nível, mas a maioria se limita a ações de marketing.

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No caso do Windows XP, as atualizações são divididas em duas categorias:

Alta prioridade: Englobam, praticamente, as mesmas atualizações encontradas na categoria Importante do Vista e, por isso mesmo, a maior parte delas é importante. Vale ressaltar que se o usuário estiver utilizando o Internet Explorer 6, o upgrade para o IE8 é de alta prioridade. (É mais seguro, mas ainda tem gente que não se adaptou.)

Opcional: Dividido em subníveis de Software e Hardware, esta opção combina atualizações úteis e algumas nem tão importantes, alguns drivers e instalações desnecessárias.

De qualquer forma, é importante o usuário utilizar o bom senso, pois a maioria das atualizações não são acumulativas. E isso vale para as duas categorias.

As atualizações acumulativas são uma vantagem. Na realidade, quando as atualizações se avolumam, a Microsoft costuma empacotá-las de uma única atualização. Quando isso ocorre, todas as demais costumam ser removidas da listagem do Windows Update. Um exemplo típico de atualização acumulativa são os Service Packs. Um exemplo foi a recente lista de atualizações para o Vista, que foram substituídas por apenas uma: o Service Pack 2.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Impeça a reinicialização do Vista depois do Windows Update automático

Para ganhar tempo e até mesmo deixar de instalar alguma atualização importante do Windows Vista, muitos usuários configuram o sistema para que ele procure automaticamente e instale tais atualizações sempre que estiverem disponíveis. A própria Microsoft incentiva tal atitude. O problema é que algumas atualizações exigem que o sistema seja reiniciado e isso ocorre independentemente da vontade do usuário.

Caso ele tenha algum trabalho em andamento que não tenha sido salvo, as chances de perdê-lo são enormes nessa situação. Mesmo no caso de o usuário ter instruído o sistema para adiar o boot por algumas horas, caso ele não esteja na frente do PC quando isso ocorrer, o sistema irá – mesmo – ser reiniciado.

Evitar que isso ocorra é bem fácil, mas poucos são os usuários que tomam esse cuidado. Veja o que fazer:

No Vista, clique em Iniciar, digite Windows Update e tecle Enter. Selecione a opção Alterar Configurações e depois clique em Baixar atualizações, mas deixar-me optar por instalá-las. Clique em OK.
Você terá de continuar instalando as inúmeras correções que a Microsoft lança para o Windows, mas pelo menos não será surpreendido com uma reinicialização sem sua autorização.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Quem tem o MSN 8.1 e 8.5 precisa fazer a atualização para a versão 2009

Reprodução

A antigas versão 8.5 do MSN, comunicador instantâneo da Microsoft, está com os dias contados.

Muitos usuários estão com problemas ao tentar fazer login nas versões 8.1 e 8.5, já que o software pede para o cliente atualizar para a versão mais recente, o Windows Live Messenger 2009.

A Microsoft afirmou que iria descontinuar as versões antigas do MSN em meados de setembro. Quem tem o MSN 8.1 instalado, nem consegue utilizar o programa e precisa fazer o update. Já o 8.5 ainda pode ser usado, mas é recomendável fazer a atualização.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Segurança, na prática

Proteger ativos de ameaças externas é preocupação constante de qualquer empresa. Não é para menos. Problemas ocasionados por invasões a sistemas causam grandes prejuízos. Entre eles gastos com tempo e dinheiro. É por esse motivo que, cada vez mais, companhias investem em centros de operações de segurança (SOC, da sigla em inglês). Trata-se de um núcleo tecnológico que coloca em prática atividades diárias para garantir a integridade dos dados corporativos.


As ações incluem o gerenciamento de vulnerabilidade para manter os cibercriminosos (crackers) afastados e também a identificação de sistemas de correções, senhas fracas e configurações equivocadas para ajudar a fortalecer a segurança e a estar em conformidade com as normas.


Determinadas atividades, como manter as políticas de firewall (dispositivo de uma rede de computadores que aplica uma política de segurança) atualizadas; ajustar regras específicas para o sistema de detecção de intrusos (IDS, na sigla em inglês); e ampliar o gerenciamento de informações e eventos de segurança (Siem, da sigla em inglês) ajudam na identificação e eliminação de possíveis fraudes.


Faz parte ainda das operações de segurança examinar o ambiente em busca de sinais de problemas. Um pico inexplicável no tráfego de rede, por exemplo, pode sinalizar um ataque em andamento. Por isso, o monitoramento precoce pode antever e impedir situações de risco.


Como funciona o SOC?


O SOC monitora ininterruptamente o ambiente de segurança e traduz os incidentes da empresa e as informações de ameaças em alertas, fornecendo aos administradores de rede e operadores de sistemas relatórios para auxiliar na contenção de situações de perigo.


Enquanto as operações de segurança coletam dados sobre o ambiente de TI e o estágio em que se encontra a companhia, os informes gerados pelas atividades podem tornar-se estratégicos para os negócios. Eles podem elevar a consciência dos executivos da empresa para problemas de segurança e levá-los a dar atenção especial ao tema e a investir em novas soluções de proteção.


Além disso, ao examinar os dados gerados, é possível identificar áreas que necessitam de melhorias. Por exemplo, uma falha recorrente na correção de vulnerabilidades pode indicar que há necessidade de uma comunicação mais forte ou um treinamento específico voltado ao pessoal de operações do servidor.


Com uma visão ampla da situação de segurança, as operações podem dar suporte a iniciativas estratégicas como fusões e aquisições, rede de parceiros e implementação de novas linhas de negócios. Essa é uma das provas de que ao utilizar ferramentas de tecnologia corretas e associá-las aos conhecimentos dos funcionários é possível estabelecer altos níveis de segurança e ainda elevar a vantagem competitiva.

Como melhorar a qualidade do MP3


Nos últimos anos, quase todos os fabricantes lançaram produtos compatíveis com arquivos MP3 ou com players portáteis – como o iPod. Por conta disso, quase não se fala sobre as limitações desse formato digital, devido à compressão sofrida para reduzir o tamanho das músicas. Mas será que existe no mercado algum aparelho capaz de melhorar a qualidade do MP3?

Na edição nº 160 da Revista HOME THEATER & CASA DIGITAL à venda nas bancas, nosso colaborador e especialista Vinicius Barbosa Lima elaborou um artigo, que vai animar muitas pessoas que ainda torcem o nariz para as músicas compactas.

Após avaliar um pequeno amplificador à venda no mercado, Vinicius relata que a estridência do MP3 foi-se embora, proporcionando a ele muitas audições agradáveis, sem qualquer fadiga auditiva. Quer saber que produto é este? Leia a edição deste mês da Revista HT&CD.